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Segundo cardiologista, este alimento rico em colesterol é um perigo para sua saúde

Daniel Faria

Nem todo alimento que agrada ao paladar faz bem ao coração. Alguns, quando consumidos em excesso, podem aumentar os níveis de colesterol LDL — conhecido como “mau colesterol” — e abrir caminho para doenças cardiovasculares. De acordo com especialistas, esse desequilíbrio é um dos principais responsáveis pela formação de placas de gordura nas artérias, aumentando o risco de infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

O impacto do colesterol no organismo

Para manter a saúde em dia, médicos recomendam que o colesterol LDL não ultrapasse 1,6 g/l de sangue, enquanto o HDL — o chamado “bom colesterol” — deve estar acima de 0,35 g/l. O colesterol total, por sua vez, deve permanecer abaixo de 2 g/l. Quando esses limites são rompidos, ocorre a hipercolesterolemia, condição marcada pelo acúmulo de gordura na corrente sanguínea que pode levar ao entupimento das artérias.

O alimento mais perigoso para o coração

Segundo a cardiologista americana Elizabeth Klodas, a carne vermelha é um dos maiores vilões da dieta quando o assunto é colesterol elevado. O problema se agrava com as versões processadas, como bacon, salsichas, salame e embutidos em geral, que concentram altos teores de gordura saturada e sódio.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já classificou carnes processadas como cancerígenas, reforçando o alerta de que seu consumo deve ser restrito. Além do impacto no colesterol, elas estão associadas a inflamações crônicas e aumento do risco de diversos tipos de câncer.

Outros alimentos que exigem cautela

A carne vermelha não está sozinha na lista dos perigos. A cardiologista também aponta como problemáticos:

  • Alimentos fritos, que concentram gorduras trans e saturadas;
  • Doces, bolos e massas industrializadas, ricos em açúcares simples e calorias vazias;
  • Produtos de padaria ultraprocessados, como croissants e biscoitos amanteigados, que unem gordura e açúcar em excesso.

Todos eles favorecem o ganho de peso, a resistência à insulina e a elevação do colesterol.

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