Quando o britânico Russel Jones fraturou a perna, ele ficou surpreso ao ver seu Lurcher de oito anos, Billy, começar a mancar ao caminhar ao seu lado. Preocupado, Russel levou o cão ao veterinário, investindo cerca de €400 em consultas, exames e radiografias — mas nada sugeria uma lesão real.
Comportamento que deixou o dono preocupado
Russel notou que Billy só mancava quando andava próximo a ele, mantendo a pata dianteira erguida, mas voltava ao normal ao se afastar. Imaginei algo parecido com meu próprio cão, que certa vez começou a andar em “cavaquinho” após eu voltar de uma entorse — só para depois descobrir que era ansiedade. No caso de Billy, o veterinário recomendou analgésicos, mesmo sem identificar qualquer problema ortopédico: raios-X e testes funcionais não mostraram fraturas ou artrites, e o comportamento persistia.
A surpreendente razão: mimetismo por empatia
A explicação veio de um especialista em comportamento canino: Billy não sofria de dor física, mas de mimetismo animal — imitando o andar do dono como demonstração de empatia canina. Esse fenômeno, reconhecido por organizações como a American Veterinary Society of Animal Behavior, mostra que cães, em forte sintonia com seus tutores, podem “sentir na pele” (ou na pata) o que veem em quem amam. Russel resumiu bem: “Gastei €400 em exames e, no fim, era só empatia. Amo esse cara.”
O vídeo dessa história divertiu milhares de pessoas no Facebook, acumulando reações e compartilhamentos ao mostrar Billy alternando entre o mancar e a corrida livre, especialmente quando engenhosamente fazia suas “palhaçadas” bem diante das câmeras.