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Avó suspende neto de 7 anos pela janela do 5º andar para salvar um gato

Daniel Faria

O amor por um animal de estimação pode levar a gestos heroicos… e, às vezes, um pouco imprudentes. Foi o que aconteceu na China, quando uma avó decidiu que nada a impediria de resgatar seu gato preso — nem mesmo o risco de colocar o próprio neto em perigo.

O gato preso e a avó sem opções

O episódio aconteceu em um prédio residencial, quando o gato da idosa ficou preso no parapeito do quinto andar. Incapaz de descer para buscá-lo e sem conseguir ajuda dos bombeiros, a mulher se viu sem alternativas óbvias.

Determinar-se a salvar um gato não é incomum — quem já teve um felino sabe que eles podem se enfiar nos lugares mais improváveis. No entanto, a solução encontrada por essa avó chamou atenção pelo nível de risco envolvido.

Um plano tão criativo quanto perigoso

Naquele dia, o neto de 7 anos estava com ela. A avó, então, teve a ideia de improvisar um resgate: amarrou uma corda na cintura do menino e o suspendeu do sexto para o quinto andar.

A cena parece saída de um filme, mas aconteceu de verdade. O garoto conseguiu alcançar o gato, colocá-lo em um saco e, com a ajuda da avó, foi puxado de volta para o apartamento. Um homem que estava próximo ajudou a segurar a criança quando ela chegou ao nível da varanda.

Le sabia? Resgates desse tipo são altamente desaconselhados pelas autoridades, que orientam sempre chamar serviços de emergência para lidar com situações em altura.

O vídeo que correu o mundo

A ação foi registrada em vídeo por pessoas que passavam pelo local, provavelmente chocadas ao ver uma criança pendurada a vários metros do chão. As imagens mostram o momento em que o gato é recuperado e o menino é içado de volta em segurança.

Apesar do susto, ninguém se feriu. No entanto, especialistas alertam que, em países como a França ou o Brasil, uma atitude dessas poderia levar a acusações por colocar a vida de um menor em risco. Segundo informações divulgadas, os pais do menino estavam no trabalho e só souberam da história depois.

O gato, por sua vez, saiu ileso — e, muito provavelmente, com uma nova cota de vidas extras gastas.

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Daniel Faria