Ir ao veterinário pode ser comparado a uma ida ao dentista para muitos humanos: necessário, mas nada agradável. Entre olhares desconfiados e tentativas criativas de fuga, nossos animais de estimação sempre encontram maneiras hilárias de mostrar seu descontentamento.
O olhar que diz tudo

Um pequeno cão encara o dono com um olhar desconfiado, já pressentindo que a viagem não é até o parque. Quem tem cachorro em casa sabe: basta mudar a rota da caminhada que eles já percebem a armadilha.
Preferia estar em outro lugar

Um jovem Pastor Alemão parece sonhar com a bola no gramado enquanto se vê diante da porta da clínica. Quem nunca teve que convencer o próprio pet com promessas de petiscos depois da consulta?
Medo paralisante

Alguns não escondem o pavor. “Estou tétanico!”, gritaria um cão se pudesse. A expressão no rosto é a mesma de uma criança no primeiro dia de escola.
Força na amizade

Dois cachorros se abraçam, quase como colegas de fila de vacina que trocam apoio moral. Até parece cena de filme infantil, em que os heróis precisam de coragem extra para enfrentar o vilão.
A desconfiança explícita

“Admite logo: não é para a loja de brinquedos, é?”, parece reclamar um cãozinho que já sacou o destino. A habilidade deles em ler os sinais é impressionante.
Conversa entre espécies

Um cão curioso encara o aquário na sala de espera e parece perguntar ao peixe: “Doeu a vacina?”. É aquele típico momento em que buscamos solidariedade em qualquer lugar.
Orgulho na mesa

Alguns, mesmo em cima da mesa de exame, tentam manter a compostura. A postura firme lembra quem insiste em não mostrar medo do dentista, mesmo suando frio.
O esconderijo engenhoso

Um gato tigrado achou que poderia driblar a vacina com um esconderijo improvisado. Se dependesse apenas da astúcia felina, muitos veterinários ficariam sem pacientes.
O nervosismo na espera

Na sala de espera, um filhote encolhido transmite pura ansiedade. A cena lembra crianças aguardando a vez na fila da vacina escolar.
A tática da imobilidade

Um gato decide não se mover. “Se eu ficar invisível, eles não me levam”, deve pensar. Pena que o disfarce não funciona com médicos atentos.
A resistência declarada

Outro cão, firme, trava as quatro patas na entrada da clínica. Quem já precisou puxar o pet como se fosse uma âncora entenderá perfeitamente a cena.
Quando vale tudo

“Desespero faz a gente tentar qualquer coisa”, parece confessar um cão que já esgotou todas as opções de fuga.
Pedido de socorro

“Alguém abre esta porta, por favor!”, implora um pequeno cão branco com olhar suplicante. Cena digna de novela.
Drama canino

Alguns animais transformam a ida ao veterinário em teatro completo, com expressões dignas de um ator premiado. O exagero, claro, só aumenta a nossa compaixão.
O jogo de esconde-esconde

“Se eu ficar aqui, ninguém me acha!”, aposta um bichinho que encontrou um canto improvável para sumir. O instinto de sobrevivência, nesse caso, é pura comédia.
Fugindo da picada

Quando se trata de evitar uma injeção, eles se tornam criativos como verdadeiros artistas da fuga.
Nem o tamanho ajuda

Um cão maior que os outros demonstra que até os grandalhões precisam de carinho extra. Tamanho não protege do medo.
A esperança da invisibilidade

“Se eu não me mover, vão pensar que fiquei em casa!”, parece pensar outro peludo. Pena que o truque nunca engana o veterinário.