Outro problema tem ainda a ver com as marcações a tinta ou a fogo existentes nas rolhas e com as diferentes colorações/tonalidades da cortiça das rolhas, conferidas pelos diferentes tratamentos de lavação e desinfecção, que se reflectem nos granulados e aglomerados obtidos.

Além disso, a recolha só se justifica em condições muito específicas dado esta utilização ser de valor acrescentado não muito elevado. Por exemplo, se o vinho for consumido nos EUA, não se justifica o seu transporte para Portugal, onde está a indústria de transformação da cortiça.
No que respeita à reutilização das rolhas após extracção, foram efectuados estudos de modo a obter-se a sua recuperação no que respeita a dimensões e estanquicidade (tratamentos térmicos, associados a redução dos calibres) que nunca chegaram a ser utilizados dados os custos envolvidos e os deficientes resultados em utilização.
Deste modo, os processos para o aproveitamento das rolhas de cortiça após uso em vedação de bebidas engarrafadas, são processos para aproveitamento de baixo valor acrescentado e/ou apresentam problemas técnicos nesse tipo de utilização.