Garça-pequena, a menor das garças europeias

Inês Catry
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CURIOSIDADES

A Garça-pequena não necessita de extensas áreas de caniçal para nidificar: três ninhos desta espécie foram descobertos numa área de apenas 1800 m2.

Os progenitores podem transportar as crias de um local para outro quando se sentem ameaçados. Foi observada uma tentativa, coroada de êxito, de transporte de 3 crias (com 2, 3 e 4 dias) no bico de um dos progenitores, de um ninho destruído para um ninho novo, 3 metros ao lado.

LOCAIS FAVORÁVEIS DE OBSERVAÇÃO

No nosso país a espécie encontra-se amplamente distribuída por locais com vegetação palustre, que incluem lagoas, açudes, cursos de água e barragens. Observável de Março a Setembro, citam-se aqui alguns dos locais onde a espécie pode ser observada: Paul de Arzila, Quinta do Taipal, Paul do Boquilobo, Estuário do Tejo, Barragem do Caia, Lagoa de Santo André e Ria Formosa.

BIBLIOGRAFIA

Farinha, J.C. e H. Costa (1999). Guia de Campo das Aves aquáticas de Portugal. Instituto da Conservação da Natureza, Lisboa.

Snow, D.M. e C.M. Perrins (Eds.) (1998). The birds of the Western Palearctic. Concise Edition; vol. 1 Non passerines. Oxford University Press.

Tucker, G.M. e M.F. Heath (1994). Birds in Europe: Their Conservation Status. Birdlife Conservation Series nº 3.

Voisin, C. (1991). The Herons of Europe. T & AD POYSER. London.

 

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