Garça-pequena, a menor das garças europeias

Inês Catry
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O declínio verificado parece relacionado com uma elevada mortalidade durante a migração ou nas áreas de invernada, em África. Durante a migração, a Garça-pequena atravessa o Mediterrâneo e o Sara. A prolongada seca que afectou a região do Sara nos anos setenta e o Leste de África em anos mais recentes, provocou a desertificação e a perda de zonas húmidas usualmente utilizadas pela espécie como locais de paragem, fazendo assim aumentar a travessia trans-sariana.

Nalguns países europeus, como a Bélgica, Holanda e França, o desaparecimento da espécie de algumas zonas húmidas está relacionado com a destruição dos caniçais, limpeza das margens dos cursos de água e com a crescente poluição.

HABITAT

A Garça-pequena visita um vasto número de habitats de água doce, que incluem caniçais, cursos de água com densa vegetação, lagoas costeiras, pauis, valas em zonas de arrozal e barragens, entre outros. É uma espécie solitária que não necessita de grandes áreas para se reproduzir ou alimentar.

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