E depois do fogo? II. A evolução da vegetação

Joaquim Sande Silva, Escola Superior Agrária de Coimbra
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Depois do fogo existem, portanto, vários trajectos evolutivos que dependem, por um lado, da dinâmica natural da vegetação e, por outro, da actuação humana sobre as áreas queimadas. A diversidade que caracteriza o coberto vegetal do nosso país é, assim, a expressão de diferentes estádios evolutivos e do balanço resultante desses dois vectores de transformação da paisagem. O traço comum a toda essa diversidade de situações é que o fogo teve, num passado mais ou menos recente, um papel determinante na sua evolução.

 

Joaquim Sande Silva
jss@mail.esac.pt

 

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