A Indústria Corticeira e o Código Internacional das Práticas Rolheiras

Luís Gil - INETI, Unidade de Tecnologia da Cortiça
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O Código Internacional das Práticas Rolheiras pretende promover uma melhoria qualitativa da indústria corticeira, contribuindo para resistir aos ataques dos produtos sucedâneos e para transmitir segurança aos consumidores e ao sector.

 

 

 

 

Génese do Código Internacional das Práticas Rolheiras (CIPR)

Os problemas de gostos e aromas estranhos no vinho, geralmente atribuídos à rolha de cortiça, foram alvo de preocupações e reclamações crescentes ao longo dos anos 80 e 90 devido a factores como a maior qualidade e custo do vinho e à maior percepção e exigência de qualidade por parte dos engarrafadores e consumidores.

Os problemas relacionados foram sendo dirigidos à rolha de cortiça, digamos que, até então, o elemento mais fraco do trinómio vinho-vidro-cortiça. Esta posição agravou-se com o surgimento no mercado de produtos substitutos da rolha de cortiça, nomeadamente os baseados em polímeros diversos mas, que pretendiam assemelhar-se à rolha de cortiça, quer em diversos aspectos quer em comportamentos.

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