Assine aqui contra a libertação no ambiente de organismos transgénicos

Plataforma Transgénicos Fora
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A Plataforma Transgénicos Fora, constituída por várias associações, da área do Ambiente e da Agricultura, entre outras, propõe esta recolha de assinaturas de adesão à moção sobre Organismos Geneticamente Modificados.

Estamos a tentar reunir um número substancial de subscritores, tanto pessoas singulares como colectivas, com o objectivo de pressionar os Ministérios da Agricultura e do Ambiente no sentido de tomarem as decisões certas a nível nacional e internacional. O peso que a nossa campanha adquirir poderá ter um papel decisivo no futuro da agricultura e alimentação em Portugal.

Por isso, mãos à obra! Se se identificam com o texto, assinem-no e difundam-no pelas pessoas e organizações que possam estar interessadas. A Quercus, a Confederação das Associações de Defesa do Ambiente e mais algumas associações já aderiram, mas precisamos de muitos mais nomes se quisermos realmente exercer influência sobre o Governo. A recolha de assinaturas não tem data para terminar, mas quanto mais depressa reunirmos as adesões, mais cedo poderemos pressionar os poderes públicos.

Para aderir individualmente basta deixar-nos o seu nome completo e o número do bilhete de identidade (que não será publicitado online). No caso das associações/entidades elas devem primeiro aprovar o texto em reunião de direcção/assembleia e depois indicar o seu nome completo e a data em que foi aprovada a adesão. Quem preferir pode enviar um fax para o número 22 975 9592, um e-mail para info@stopogm.net ou ainda uma carta para Apartado 5052, 4018-001 Porto. A adesão online já a partir desta página está disponível mais abaixo, a seguir ao texto da moção.

Quem quiser acompanhar mais de perto esta questão dos alimentos transgénicos fica desde já convidado/a a aderir a uma lista electrónica criada especificamente para o efeito. Para isso basta mandar uma mensagem vazia para ogm_pt-subscribe@yahoogrupos.com.br


TEXTO DA MOÇÃO - PARA ADERIR E DIVULGAR



A Questão dos Organismos Geneticamente Modificados



A vida e saúde da nossa espécie e de todas as outras com quem partilhamos o planeta dependem de uma complexa rede de inter-relações ecológicas em grande medida desconhecidas. Qualquer intervenção que possa pôr em causa esse equilíbrio dinâmico, como a libertação no ambiente de organismos geneticamente modificados (OGM), deve pois ser objecto de análise prévia detalhada e sujeita às regras da democracia participativa. A comunidade científica neste momento está longe de ter demonstrado a segurança ou sequer a necessidade dos OGM, verificando-se grande controvérsia entre pares até na definição dos limites do risco envolvido. Os transgenes não podem ser retomados uma vez libertos na Natureza, mesmo se algo correr mal, pelo que todos os cuidados pecarão sempre por defeito.


Assim, entendemos que:


- a preservação da diversidade planetária, tanto biológica como genética, é um direito inalienável das gerações futuras;
- o Princípio da Precaução tem de informar todas as decisões políticas;
- as autorizações já atribuídas pela União Europeia para circulação e cultivo comercial de OGM devem ser suspensas e posteriormente reavaliadas;
- todas as libertações experimentais devem ser adiadas até à realização de ensaios de longo prazo em laboratório, em estufa e em 'ar livre simulado' que estabeleçam o impacto ecológico potencial de cada OGM para cada tipologia edafoclimática;
- nenhuma autorização futura deverá ser atribuída a OGM que, através de polinização cruzada com variedades convencionais ou outras formas de poluição genética, ponham em risco as opções agrícolas daqueles que não pretendem cultivar OGM ou as opções alimentares dos que não pretendam consumi-los;
- deve ser financiada a investigação em termos dos eventuais impactos dos OGM na saúde, no ambiente, na economia, na sociedade, na agricultura e no terceiro mundo de modo a garantir a idoneidade dos resultados, e tal deve preceder qualquer autorização;
- tem de ser estudado o papel hegemónico que as empresas de biotecnologia estão a assumir no sistema agro-alimentar, particularmente no que concerne o direito do agricultor a guardar semente, preservação e disponibilização de sementes de variedades convencionais e tradicionais, e auto-suficiência local;
- tem de ser claramente atribuída a responsabilidade legal de risco no caso de um desastre ecológico causado por OGM;
- os genes e outros blocos da vida celular não foram inventados pelos investigadores e como tal não devem poder ser objecto de patente;
- os princípios do comércio livre devem subordinar-se aos princípios de segurança em matéria de ambiente e de saúde e não devem constituir pretexto para os desrespeitar.

Para mais informações, contactar:
Plataforma Transgénicos Fora
Apartado 5052, 4018-001 Porto
info@stopogm.net


NOTA - Ao clicar entrará na página com o formulário geral da Naturlink. Para aderir a esta moção deverá preencher todos os campos antes de clicar no botão de enviar. Não se esqueça de anotar o nome completo! No campo "Mensagem" deve escrever: Moção contra OGMs e a seguir anotar o número do seu bilhete de identidade. No caso de uma associação indique-nos por favor, em vez do número do BI, qual a data em que a adesão à moção ficou decidida em reunião de direcção/assembleia.

PARA QUEM QUISER COLABORAR NA CAMPANHA

Sem a colaboração activa de numerosas pessoas interessadas em preservar a integridade da sua alimentação não será possível reunir adesões suficientes a esta moção. Se puder dispor de alguns minutos ao longo dos próximos meses, descarregue aqui a folha para imprimir e recolher assinaturas (contém todas as instruções). Depois é só perguntar aos familiares e amigos se não querem aderir à campanha - provavelmente também eles poderão recolher mais algumas assinaturas...

Consulte a Lista de Adesões

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