Invasoras Lenhosas: Gestão vs. Erradicação

Alexandra Fonseca Marques, GEGREN (Inst. Sup. de Agronomia)
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As estratégias descritas devem ser complementadas com a implementação de um plano de arborização, com recurso a espécies nativas de crescimento rápido, de modo a permitir o ensombramento do solo e a competição pelos recursos da estação, o que limitará a reinfestação (Marques, 2001).

Em suma, a presença de plantas invasoras por si só poderá não justificar as acções de controlo. O gestor terá que aprender a viver com muitas plantas alienígenas e controlar prioritariamente aquelas que interferem com os objectivos de gestão. Mesmo quando são identificados sérios problemas de infestação, a gestão pode não ser exequível por inúmeras razões, como a falta de recursos, a distribuição da invasora na estação ou a ausência de métodos eficientes de controlo (Heffernan, 1998).

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