Recuperação Ecológica de Pedreiras – um caso de estudo na Serra da Arrábida

Graça Oliveira – Centro de Biologia Ambiental da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
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Foto 3 - Espécies vegetais presentes nas áreas recuperadas da pedreira da SECIL-Outão: a. Anagallis monelli (morrião), herbácea espontânea; b. Cistus salvifolius (saganho-mouro), arbustiva espontânea; c. Lonicera implexa (madressilva), escandente espontânea/plantada; d. Arbutus unedo (medronheiro), arbustiva plantada/espontânea.

Pretende-se, pois, reconstituir o ecossistema pré-existente ou envolvente com intervenções que promovam (e acelerem, se possível) os processos naturais de regeneração, numa perspectiva de restauro ecológico – cf. ecological restoration (SER 20041). Neste contexto, é importante recorrer ao conhecimento científico sobre as espécies vegetais, a sua aptidão para colonizar este tipo de habitats, as condições ambientais necessárias para o seu estabelecimento e crescimento, a sua função no ecossistema e as interacções ecológicas que tenderão a estabelecer. Poderão assim delinear-se planos de recuperação com maior probabilidade de sucesso, quer do ponto de vista da integração paisagística, quer da sustentabilidade do novo sistema.

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