A família das orquídeas

Sara Otero
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De modo geral resistem bem a temperaturas um pouco mais elevadas, ou mesmo menores, desde que não permaneçam expostas a tais extremos por períodos prolongados.


Stanhopea sp. (género de orquídeas epíticas)

VENTILAÇÃO

A ventilação é um factor muito importante para o êxito da cultura de orquídeas, devendo procurar-se sempre um lugar bem arejado e ventilado. Nas regiões frias as plantas devem ser protegidas durante o Inverno, o mesmo não acontecendo nas regiões de clima quente ou ameno, onde o arejamento deverá ser permanente. Dentro das residências, a ventilação é um ponto muito importante. Sem ela não há possibilidade de se cultivar orquídeas. Sempre que possível convém deixar as janelas abertas, dado que o movimento constante do ar é uma garantia de saúde das plantas.

ADUBAÇÃO

A planta deve ser adubada apenas em pleno desenvolvimento vegetativo. Existem muitos adubos preparados especialmente para o cultivo das orquídeas. As fórmulas mais usadas são: NPK 30-10-10, (N = Nitrogénio, P = Fósforo e K = Potássio), para as plantinhas novas em fase de crescimento e para estimular a rebentação e enraizamento das plantas adultas; 18-18-18 ou 20-20-20 para o crescimento em geral, 10-30-20 para os quatro a seis meses que antecedem a floração e 7-6-19 para o período próximo à floração, até ao momento em que os botões estão formados. Uma adubação completa deverá ter, além destes elementos, Magnésio, Ferro, Manganês, Boro, Cobre, Zinco e Molibdénio.

HUMIDADE

Na medida do possível deve manter-se a humidade relativa do ar entre 40 a 80%; se não for possível mantê-la de modo natural, deve utilizar-se irrigação artificial, de preferência com bicos de nebulização, que deixam apenas uma névoa que em alguns casos não chega ao chão.

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